sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Nunca ninguém chega perto


'É também "a certeza de que por mais acompanhado que esteja, por mais gente que me procure, a comunicação, como afirma Wittgenstein, é impossível". Nunca ninguém chega perto o suficiente, diz, e acredita "frustrantemente" nisso. "Todos os afectos são apenas tentativas e até certo ponto estamos enclausurados" '.

da peça (jornalística) de Luís Ricardo Duarte, com Valter Hugo Mãe, JL nº1121



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