domingo, 26 de janeiro de 2014

Da fragilidade institucional dos partidos portugueses


Pedro Magalhães lembrava, na passada semana, a Anabela Mota Ribeiro, no Weekend, do Jornal de Negócios, que o facto de o PS (português) não ter origens sindicais, como muitos dos seus congéneres trabalhistas (europeus), o transforma num dos partidos de centro-esquerda europeia “mais conservadores”. O politólogo observaria, ainda, a fragilidade institucional dos partidos portugueses, pelo que uma mera mudança na liderança do PSD, por exemplo, poderá fazer, de imediato, que a orientação (ideológica) deste partido, hoje acentuadamente liberal (na economia), pudesse mudar. “É isso que estará em causa” no pós-Passos, sustentou o investigador.



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