domingo, 19 de janeiro de 2014

O Crato que me interessava


Tenho seguido os debates, minoritários mas substantivos, no nosso espaço público, acerca da mudança dos programas do Português, no ensino Secundário. O aumento da ‘exigência’ no ensino pode, em realidade, ter várias declinações. Uma das que mais me interessa é a que torna acessível/obrigatório o estudo dos maiores cultores da língua portuguesa, ao longo da nossa história (cultores que, de modo insólito, haviam abandonado os curricula). Parece, claramente, que é este o trilho que agora se segue (o convicto regresso a estes). Invertendo a lógica de 2001. Uma opção que está longe de ser consensual, severamente criticada por muitos. Mas era precisamente por ser controvertida que existia uma ‘base social de apoio’ a uma reforma (dos programas) desta índole. Era este o Crato que me interessava.


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