sábado, 8 de fevereiro de 2014

Sem explicação


No meio de trabalhos obrigatórios e texto impostos, quais camisas de força, cada linha arrancada a ferros, cada hora uma eternidade, um tempo para leituras, literalmente, menos ortodoxas. Descubro no livro O zelota, a enésima – mas das mais recentes, ou a mais recente mesmo, das que chegam até nós – tentativa de biografiar Jesus de Nazaré, de Reza Aslan, que há autores que pensam que José, o pai (adoptivo) de Jesus, não existiu (p.74). Só não percebi bem o argumento: tal deve-se à (ideia de) virgindade de Maria. Porquê, então, a ‘necessidade’ de incluir (inventar) José?


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