sexta-feira, 7 de março de 2014

Na demanda do bom professor (VII)


Ser um bom professor será, por certo, consciencializar dos específicos deveres da profissão, do mundo que o rodeia, do futuro que estamos a construir (sendo que vale a pena, neste constructo, sublinhar que aqui não se adere nem ao antigamente é que era bom, pois que os dados dos estudos internacionais de avaliação de desempenho - PISA/PIRLS e TIMSS – mostram uma melhoria, clara, ao longo dos anos, dos resultados dos alunos portugueses, nem, tão pouco, se segue de modo acrítico, a ideia de termos, actualmente, a geração mais qualificada de sempre - o comentário de Vasco Pulido Valente (2014), em texto de opinião no jornal Público, vai de encontro à nossa percepção da realidade: Na oceânica ignorância em que “a geração mais bem preparada de sempre” rejubila, isto é um pormenor sem qualquer importância. Eles não sabem nada de pintura, como de literatura, como de história; nem sequer sabem que a água ferve a 100 graus C; mas conhecem em pormenor as bandas pop com que foram criados e muito mal criados, e o que se passa dia a dia no facebook”.


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