sábado, 8 de março de 2014

Na demanda do bom professor (VIII)


Com crianças em cada vez menor número, dada a baixa natalidade, no nosso espaço geográfico e cultural, o modo como estas são vistas – bem raríssimo – muda, ao longo das décadas, na nossa sociedade. O papel que lhes é atribuído, no interior do lar (na escola, na sociedade), as hierarquias rígidas são subtraídas a um conhecimento, desde tenra idade, das cada vez mais necessárias TIC e da cidadania alargada que permitem (e que por vezes, as crianças ensinam aos pais/encarregados de educação e, das informações fragmentárias que adquirem, testam, igualmente o professor). A sua identidade cada vez mais ligada à escola, dada a precocidade e longevidade dos percursos escolares do nosso tempo (Almeida & Vieira, 2013). Nada dispensará, porém, a capacidade de proceder ao distinguo, a faculdade do professor que, pela mão, guie o estudante a um patamar onde, autónomo, firme, possa partir em busca do conhecimento (verdade), do bem e do belo.


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