segunda-feira, 10 de março de 2014

Pensar a História: a infra-estrutura e o indivíduo


A competição naval também levanta a questão de saber quão importantes são os indivíduos na História. Não poderia ter havido uma competição naval sem a capacidade económica, fabril e tecnológica de cada país para a sustentar. Todavia, não teria começado, antes de mais, sem a determinação e o impulso de Tirpitz e a vontade – e a capacidade que lhe era permitida pela imperfeita constituição alemã – do Kaiser de o apoiar até ao fim.


Margaret MacMillan, A guerra que acabou com a paz, p.194.


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