sexta-feira, 4 de abril de 2014

Pub: "À espera de Godot", logo, no Teatro de Vila Real




de Samuel Beckett
Pelo Ensemble de Actores

Sinopse de apresentação:

“Sinto-lhe por vezes a aproximação, apesar de tudo. E fico estranho.”
Didi e Gogo aguardam em dois actos a vinda daquele incerto Godot, que Beckett sempre se recusou a identificar com a divindade, para realçar, não a finalidade da espera, mas o que se produz enquanto ela decorre. Logo em 1952, data da sua estreia, foi perceptível que a parábola bíblica ou farsa clownesca intitulada “À Espera de Godot” se oferecia à época e à cultura como a sua fábula mais poderosa e significativa. Voltando-se repetidamente para a árvore em que não acabam por se enforcar, enquanto tentam conferir sentido à sua espera, Didi e Gogo dão a ver a situação característica do homem do nosso tempo: uma situação incapaz de se traduzir em significado porque nela se joga uma vida já sem significado; um homem cuja vida é apenas o que resulta de não haver suicídio. 
Godot é, apesar de tudo, a esperança de qualquer coisa que está para vir. Estamos sempre à espera de Godot. Nada a fazer.


Tradução e dramaturgia: Francisco Luís Parreira
Direcção: Carlos Pimenta
Com: Jorge Pinto, Ivo Alexandre, António Durães , António Parra, Leandro Havelda
Cenografia: João Mendes Ribeiro
Figurinos: José António Tenente
Desenho de luz: José Álvaro Correia
Assistência de encenação: Vânia Mendes

Co-produção: Ensemble de Actores | São Luiz Teatro Municipal
Apoio: Teatro Nacional S. João


Às 22h.

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