domingo, 27 de abril de 2014

Vasco Graça Moura (1942-2014)




O homem dos clássicos e das Humanidades, uma referência absolutamente sólida na luta contra a «barbárie da ignorância», por uma educação a sério, o artífice laborioso da palavra poética, o tradutor maior, o cidadão empenhado (ultimamente, contra o acordo ortográfico), o homem que quis jantar com Steiner e acabou fascinado com Magris, que falava, delicadamente, da doença e da fraternidade nela, e que recusava a barbarização da Europa e o desaparecimento da referência cristã, um português cultíssimo e de grande categoria.


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