domingo, 25 de maio de 2014

O professor e o currículo (III)


Apontamentos-síntese sobre Planeamento e concepção de ensinar, de Teresa Leite


4.Se, perante a máxima de que não há nada mais prático de que uma boa teoria, aduzirmos que nada há de mais teorético do que uma boa prática, então, provavelmente, estaremos munidos da necessária pré-compreensão que nos implicará no permanente questionamento das estratégias – e modos de as operacionalizar – a mobilizar em sala de aula e, outrossim, a concebermos, com naturalidade, abertura e imaginação revisões de planeamentos perspectivados como os melhores, sopesando, com anterioridade, potenciais constrangimentos e, bem assim, desenvolvendo uma disposição atitudinal/forma mentis apta a, perante o imprevisto, encontrar respostas novas para problemas inesperados. O planeamento evitará, pois, revelar-se de uma rigidez imobilista; ao invés, será flexível, ousado; experimentará. Não recusará, bem entendido, uma direcção, um caminho; mas proporá tácticas múltiplas, estradas diversificadas para o atingir.


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