quinta-feira, 8 de maio de 2014

Perguntas para a apresentação de um livro


Se qualquer dúvida é manifestação de suspeita e ruptura com a religação primeira e última, não será a suspensão do duvidar suspensão da liberdade, aliás, de todo o projecto (para o) humano livre, impossibilidade fáctica, contra-natura e não ensinou, precisamente, Ratzinger, na Introdução ao Cristianismo, que a dúvida é lugar de encontro (entre crentes e não crentes)? Não é, apesar de tudo, a introdução da dúvida, ou da suspeita mesma, se se quiser, o lugar de prova(ção) do sim ou não existencialmente determinantes, prova(ção) [e pro-vocação] a que não podemos, de resto, furtarmo-nos?


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