segunda-feira, 16 de junho de 2014

Quem estuda o jogo na América Latina?


Também não é preciso ser adivinho para saber que a Argentina não vai longe neste Mundial. Messi e uns fogachos individuais não chegam, lá onde falta o mínimo de ordem e jogo colectivo. Ontem, em muitos momentos do desafio, a Bósnia foi mais equipa. O que espanta em países em que uma parte substancial da população gosta tanto de futebol, como Argentina e Brasil, é parecer não haver quem estude a sério o jogo, porque de há muito que, com excepção de Pellegrini, José Pekerman ou Marcelo Bielsa não se vê um treinador fora de Europa com sucesso em clubes de referência. Wanderley Luxemburgo, no Real Madrid, Luis Filipe Scolari, no Chelsea, ou Tata Martino, no Barcelona parecem, efectivamente, corroborar esta perspectiva.


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