sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"Deus existe?"


Face à pergunta colocada em título, neste post, o tipo de resposta que vem ganhando terreno, nas últimas décadas, é a que nos remete para o campo do "probabilismo" ("provavelmente, existe", "provavelmente, não existe") ou "possibilismo" ("possivelmente, existe", "possivelmente, não existe"), como indica Jean-Marie Donegani. O tempo de respostas taxativas, peremptórias ("sim", "não") tende a esbater-se quando uma das características da época em que vivemos parece ser a de não nos comprometermos, nunca, com nada, deixando sempre uma porta aberta (para sair e ir para outro lado).


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