sábado, 20 de maio de 2017

Miguel Araújo - 1987 (com Catarina Salinas)



Depois de Carlos Tê ter imortalizado "Jardel sobre os centrais", a vez de Miguel Araújo dar corpo ao ano vintage de 1987, com o "passe [golo, na realidade] de Juary" e o "calcanhar" de Rabat Madjer. Logo à noite, vou ouvi-lo ao Teatro de Vila Real, descobrindo o novo álbum Giesta. O compositor-cantor propõe, nas canções, o "concreto-universal", a partir da sua realidade infante ou adolescente - ou, da sua memória, que não é bem a mesma coisa, mas muito mais interessante -, ele que é um moço de 34 anos e que recorda os Guns, Nirvana, McCartney, Pearl Jam, Rui Veloso, Caetano Veloso, entre muitos outros. Bem o compreendo: a malta da minha geração entrava no ciclo, como então se dizia, carregado a t-shirts negras, estampadas com esses mesmos Guns, Nirvana, mais tarde Metallica

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