quinta-feira, 1 de junho de 2017

A missão da Igreja, um novo processo



A ideia de aprendermos (Igreja) a ser pequeninos, humildes, talvez irrelevantes: "uma minoria qualificada e qualificadora". Uma Igreja "que já não tem a preocupação de ser simplesmente triunfal [ela mesma], mas que ajuda a triunfar" na vida concreta. O objectivo não é ela ser triunfal, mas ajudar a que as pessoas triunfem e possam sentir-se salvas, transformando essa vida. Uma minoria qualificada porque leva a sério a vida. Qualificada na vida. E, levando a sério a vida, pode, de dentro dessa vida, qualificá-la. Levá-la mais longe. Ser benção. Antes de celebrar o central, começar por celebrar pequenas coisas na vida e ajudar a fazer caminho. Celebrar a singularidade e irrepetibilidade de cada um. Mas cada um só é singular e irrepetível em comunidade. Porque sozinhos somos mundos totais, cada um é total para si mesmo. Não tanto levar Deus onde ele "não estava", mas "ajudar a pessoa a dar-se na conta de atentar em Deus onde Ele sempre esteve".

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