domingo, 18 de junho de 2017

Saltos quânticos


Duas conclusões que tirei da entrevista do presidente do IAVE, este Sábado, ao Expresso: a actual geração (ou, se se preferir, e mais rigorosamente, o conjunto de alunos) que está agora a realizar exames nacionais no Ensino Secundário será a última a i) realizar os exames em papel (já está pronta, e será operacionalizada, ainda que a título experimental, a partir do próximo ano letivo, a plataforma que permitirá que os exames sejam respondidos em suporte digital); e, muito provavelmente, a ii) fazer exames em que cada um deles corresponde a matéria de (apenas) uma disciplina (sendo que os exames híbridos, que contemplem, simultaneamente, matérias de Matemática e Ciências Naturais, ou História e Geografia, por exemplo, estarão a caminho. O que se compreende numa escola em que o ensino por projectos venha a adquirir um peso significativo e, sobretudo, que subjacente a essa perspectiva esteja a tentativa de superação do puro fragmento e de um enquadramento mais amplo de cada conteúdo lecionado).

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