quarta-feira, 2 de agosto de 2017

"Uma sequela inconveniente"


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Já passaram 11 anos desde que vimos "Uma verdade inconveniente", de Al Gore. Na altura, Óscar para melhor documentário. Segundo os especialistas, retrospectivamente, Gore foi optimista (no que às alterações climáticas diz respeito). Embora também haja aspectos das previsões então realizadas que não se confirmaram (p.ex., não se multiplicaram, como previsto, os furacões; "apenas" a intensidade destes). E o próprio diga que em dimensões como o aproveitamento da energia solar houve um grande, e para si inesperado, avanço. As renováveis adquiriram uma centralidade, e mobilizaram investimentos, não completamente imagináveis.
Agora, a 28 de Julho, acaba de sair "Uma Sequela Inconveniente", com Gore, claro, um documentário ainda "mais robusto" (do que o de 2006), segundo Francisco Ferreira, da Quercus. Estranhamente, para mim, o filme não tem distribuição comercial em Portugal. "Uma verdade inconveniente" teve, à época, um grande resultado de bilheteira, a nível global. Em todo o caso, também pode dizer-se que o documentário com Di Caprio sobre as alterações climáticas, com repercussão global, no ano que passou - no National Geographic, mas em várias outras cadeias televisivas também, incluindo a RTP - como que preencheu um pouco esse espaço (cine-político ambiental) e imaginário (em Vila Real, fez-me, mesmo, um debate na Biblioteca Municipal, após visionamento desse documentário, com professoras da área, da UTAD
Al Gore surgiu como mediador, em Paris, nos Acordos climáticos celebrados. 

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