A sessão de lançamento do novo livro de Diogo Freitas do Amaral serviu a Marcelo Rebelo de Sousa, sobretudo, para fazer o elogio - um grande elogio - do autor em causa. Dele, disse Marcelo ter
“incansável curiosidade”, “perscrutante inteligência”, “espantosa capacidade de comunicar”, “um grande pedagogo”, “o gosto por ser iconoclasta”, “visceralmente independente”, “um livro que é gesto de vingança por ter sido demasiado cedo muito importante e de não ter podido fazer certas coisas aos 20 ou 30 anos”, “o cidadão Marcelo Rebelo de Sousa maravilha-se com ele ser inesperadamente heterodoxo”, “um grande português”.
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