sábado, 11 de novembro de 2017

O rosto humano da guerra


Cartaz do Filme

Fui à estreia de Marcas de guerra, de Jason Hall. Um filme bastante razoável sobre as sequelas inultrapassáveis da presença de cada singularidade, fenómeno que não se repete na história, num teatro de operações. Seguimos as disruptivas vidas (reais vidas), alvo de um trabalho jornalístico que esteve na base do filme, de um conjunto de soldados norte-americanos que regressaram (a casa) - ou, na verdade, nem por isso - do fogo do Iraque.

P.S.: Lembrei-me, ainda, com um sorriso, da primeira vez de que tenho memória de ter ouvido falar/lido sobre o stress pós-traumático, na leitura londrina de um Público, comprado a uns bons 300 escudos ao câmbio de então, que não faltou ao leque das fidalguias (o 1,5 l diário de Cola, face à imposta dieta de qualquer coisa parecida com comida), nas férias londrinas entre amigos, a meio do Secundário.

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