
Numa carta de Martin Heidegger para Hannah Arendt, a 8 de Maio de 1925 [na edição da Guerra e Paz, 2017, com tradução de Marco Casanova e adaptação para o português de Portugal de Helder Guégués, Cartas 1925-1975, p.30]:
Seguir silenciosamente junto de ti, sentir a tua adorável mão e o teu grande olhar...Não perguntar para quê e porquê, mas apenas «ser».
[na frase que sublinhámos a negrito, um dístico que Romano Guardini remetia como essência da liturgia, um bordão que Tolentino de Mendonça nos recorda, sobre a vida, com assiduidade]
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