Outra das memórias fortes de Auschwitz é a de Elie Wiesel. Para evitar o pânico, a ida de morte ao subsolo de Birkenau, campo de extermínio (com gás). O que Wiesel escreveu, em Noite, sobre o que sentiu e pensou quando as nuvens de fumo se formaram não se apagará jamais.

Sem comentários:
Enviar um comentário