"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Nome, memória
Dos que sabemos o nome, e que os carrascos quiseram transformar em números com vista à sua desumanização, e de muitos outros que ficaram anónimos. O dever de nunca esquecer a Shoa.
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