A ideia de que as prestações sociais deviam baixar para que as pessoas não recusassem determinado (ou mesmo qualquer) emprego - que, na Europa, muitas vezes, depois, virá a ser ocupado por um imigrante - é uma das perspectivas que Douglas Murray esgrime no livro A estranha morte da Europa, com a qual não estou de acordo (ideia relativa a demonstrar que a economia não necessitaria da chamada em massa da imigração). Há uma dimensão de seguro, em prestações contributivas - como o subsídio de desemprego -, e há prestações não contributivas cujo valor, em termos monetários, é manifestamente baixo. As leis sobre estas matérias que, no caso europeu, e, se quisermos, na Grã-Bretanha de Murray, nos precedem, em termos históricos, com vista a obrigar a pessoa a aceitar um emprego é suficientemente sinalizadora de um caminho que não me parece minimamente pertinente percorrer.
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