"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Perversão
Aos prisioneiros são distribuídas roupas como as que se encontram neste retrato. O calçado, ainda pior. Desde manhã, diariamente, uma orquestra, constituída por prisioneiros, é obrigada a tocar.
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