segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Mudança da hora


Quatro milhões de europeus, uma imensa minoria, deram-se ao trabalho de se pronunciarem - online e solicitados pela UE -, durante o período estival, sobre a mudança (ou não) da hora (a ocorrer) nos seus países (duas vezes ao ano). Mais de 80% pronunciaram-se em sentido negativo, sobre tal operação. Prosseguem diligências, ouvem-se especialistas (que nem sempre convergem, até porque as especialidades e interesses consultados não são sempre os mesmos). Por mim, recupero uma das páginas da auto-biografia, em forma de entrevista, misturada com páginas de Diários guardados, do ex-ministro da Educação, Marçal Grilo, que incide sobre esta questão, discutida, em Conselho de Ministros, ao tempo do I Governo Guterres. Porque creio que vai na direcção certa, porque tenho memória, ainda menino, de um horário diverso do actual em que entrávamos de noite na escola, porque essa memória não é boa (até pelas questões de segurança que à época se levantavam e que só eram adensadas por esse prolongamento nocturno), porque mesmo para os graúdos ir tralhar com o escuro das 8h da manhã não me parece bem, seria por aqui, independentemente das mudanças que se queiram implementar, que eu iria:




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