quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Pelo mundo


Lendo o Courrier Internacional (edição portuguesa, Setembro 2018):

A República Checa tem um desemprego na ordem dos 2% (no fundo, um país com pleno emprego). Há muito que o mercado tem carência de mão de obra. Em especial, no domínio das tecnologias de informação. Para lá, têm migrado muita gente do Sul da Europa, vários espanhóis, gregos, portugueses. No caso português serão cerca de 700, o triplo face há uma década, os trabalhadores que por ali se encontram. O custo de vida é barato - faltando, aqui, saber se face à necessidade de mão de obra os salários serão realmente atractivos.

Hamburgo tem a primeira rua da Alemanha, na qual não podem transitar carros a gasóleo; muitas cidades estão a pensar-se sem parques de estacionamento; em LA, no último ano, foram 102 horas perdidas, em média, por cada automobilista (em hora de ponta); em 1984, eram 92% os jovens norte-americanos que tinham carta de condução; desde então, a percentagem caiu 15%. Na China, as bicicletas eléctricas fazem tanto fulgor que entre 2013 e 2017 se verificaram mais de 56 mil acidentes provocados por estes veículos, dos quais resultaram mais de 8400 mortos.

P.S.: neste novo número do Correio, os 30 mil bisontes (chegaram a ser 30 milhões) que resistem no mundo, mil dos quais no Canadá. Se nervosos, estes animais podem atingir os 50 km/h. A moda nas favelas brasileiras, querendo resgatar, para aquele mundo, a presença, efectiva, negra, sem a uniformização e homogeneização dos anúncios. E os futebolistas africanos que em grande número vão para o que pensam ser o Eldorado no Oriente, mas depois ficam encurralados nas ruas (por cada 40 que são aceites, 50 ficam na rua), muitas vezes sem documentação, com direitos e condições extremamente precárias.
O Daily Mail vende 1 milhão e 400 mil jornais por dia. 15% dos leitores, curiosamente, votaram no Partido Trabalhista, nas últimas legislativas.

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