Fim de tarde em Mateus, neste 5 de Outubro, para escutar Hélder Macedo, na sua inimitável criatividade e profundidade de leitura da obra camoniana, redescobrindo a Ilha como sendo no singular: do Amor. A utopia a cumprir, enquanto reconciliação de contrários (e o que tem de neoplatonismo nisto). Obra camoniana, capaz de refletir os valores femininos e de investir o sexo, no masculino, de uma intrínseca violência.

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