sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Teologia e Globalização



A autoridade da vítima inocente, do sofredor (J.B. Metz) à espera de vários links, das várias tradições (religiosas/culturais) para erguer uma ética (universal) da compaixão. E existirão suficientemente densificados estes links, nessas mesmas tradições, ou a obrigação perante o rosto nu (Levinas), isto é, o rosto ainda não recoberto de identidades (a hospitalidade seja de quem for como obrigação), acaba por recuar à tradição judaico cristã? 

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