segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Um manifesto europeu


O conjunto de subscritores - entre os quais os portugueses Álvaro de Vasconcelos e Pedro Bacelar de Vasconcelos - do Manifesto para salvar a Europa, hoje publicado pelo The Guardian, encabeçado por Thomas Piketty afirmam que actualmente, na Europa, parece haver apenas dois grupos ou movimentos políticos: aqueles que andam à caça de refugiados/imigrantes e aqueles que pensam que o liberalismo e a competição são os dois princípios que chegam para que as coisas andem bem: "Eles não reconhecem que essa falta de ambição social é o que leva a sentimentos de abandono".  O documento propõe uma contribuição adicional dos "vencedores da globalização" por via fiscal, plasmando-se nele que, em nossos dias, a progressividade fiscal está em causa. 
O financiamento de um orçamento europeu robusto (4% do PIB) far-se-ia com recurso à taxação europeia dos lucros das "grandes empresas", dos grandes rendimentos (200 mil euros anuais), e às emissões de carbono (30 euros por tonelada)Tal orçamento seria dedicado a ID nas Universidades, transformação do modelo económico, financiamento da recepção e integração dos imigrantes
Os subscritores pretendem ainda a formação de uma Assembleia Europeia a partir das Assembleias Nacionais (em 80% dos membros; os restantes 20% adviriam do actual PE), sem mudar Tratados


O manifesto, na íntegraaqui.

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