"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
sábado, 2 de fevereiro de 2019
O Papa Francisco e o aborto
Papa Francisco: [No Jubileu] houve ainda o facto de se estender o poder de absolvição do pecado do aborto a todos os padres. Atenção, não significa isso a banalização do aborto. O aborto é grave, é um pecado grave. É tirar a vida a um inocente. Todavia, se houve pecado, é preciso facilitar o perdão. No final, estabeleci que esta medida seria permanente e que, de agora em diante, qualquer padre pode absolver deste pecado.
Dominique Wolton: A sua posição aberta e humanista suscita oposição no seio da Igreja Católica.
Papa Francisco: Uma mulher que tinha a memória física de um filho - porque muitas vezes é esse o caso -, que ainda chorava ao fim de muitos anos sem ter a coragem de ir ter com o padre...quando ouviu o que eu disse...Faz ideia da quantidade de pessoas que conseguem finalmente respirar? (...) Que encontrem, pelo menos, o perdão do Senhor, e que não voltem a fazê-lo.
[in Um futuro de fé, Planeta, 2018, pp.67-68]
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