"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Música concentracionária (III)
Alexander Kulisiewicz, "Cântico da morte dos judeus".
A partir da recolha e seleção de Francesco Lotoro (para "Música contra o esquecimento")
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Música concentracionária
"Zal Tango", de Josef Kropinski. Músico e compositor, foi deportado para Auschwitz e para Buchenwald, onde, no Bloco Patológico, no qual nem sequer todos os nazis podiam entrar, zona onde se dissecavam corpos, e com eles se pretendia experienciar, mesmo perante esse mundo macabro, crê-se que à luz da vela, Josef Kropinski compôs 400 peças, vertendo-as, noite após noite, imperturbável para o minucioso traço em papel.
O maestro Francesco Lotoro partiu em missão de guardar, recolher toda a música que fosse possível, ainda, encontrar, feita em campos de concentração. Ontem, 27 de Janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, a RTP2 passou "Música contra o esquecimento" ("The Maestro", no original, um documentário de 2016), um filme de Alexandre Valenti. Resgatando a memória e, para alguns dos prisioneiros dos campos, o registo de como a arte, neste caso a música, foi, mesmo, determinante para se manterem vivos.
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