Francisco Sarsfield Cabral, O agravamento das desigualdades, RR, 26-01-2019
"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
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sábado, 26 de janeiro de 2019
domingo, 2 de agosto de 2015
Economia
Desvalorizar a moeda, ter este mecanismo como solução não é acreditar numa economia robusta, capaz de se valorizar, pela qualidade, no seio das relações internacionais. A mensagem que se passa a uma empresa é: não importa apostar na qualificação, na melhoria tecnológica e de processos, mas sempre, e antes, esperar que a desvalorização resolva os problemas que surgem ou surjam. A desmotivação para os sucessivos upgrades empresariais, urgentes à capacidade competitiva das empresas portuguesas na cena internacional, seria a consequência. Esta objecção de Francisco Sarsfield Cabral (no Sol, da passada semana) podia bem ser dirigida a João Ferreira do Amaral e às alternativas que tem sustentado, fazendo, assim, parte do grande debate sobre o "transe constitucional" europeu (Paulo Rangel) que aí está.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
A escola a mudar

Ao regressar a algumas escolas onde não estava há mais de vinte anos, surpreendi-me com o facto de a sala de aula ter mudado tão pouco - por vezes, apenas um computador foi acrescentado e sem que isso, em rigor, interfira excessivamente em muitos dos dia-a-dia da escola. Leio, hoje, no Expresso que depois de Estónia ou Reino Unido, por exemplo, terem introduzido a programação (de computadores) como conteúdo a ensinar a alunos do primeiro ciclo do ensino Básico, no próximo ano lectivo começará idêntica experiência, em algumas escolas portuguesas. Os directores terão mais alguns dias de Abril para decidir dessa oferta e seu formato. A escola, em definitivo, a adaptar-se ao mundo que irrompeu nos anos pós-2000 (e sua 'revolução tecnológica').
P.S.: Entretanto, na Finlândia.
P.S.2: Li, com interesse, ainda a propósito das mudanças tecnológicas o artigo de opinião de Francisco Sarsfield Cabral no Sol (Tecnologia, emprego e salários, p.48) dando nota, após em anteriores ocasiões revelar estudos que apontam para a redução de empregos via tecnologias, de um artigo de Walter Isaacson, no Finantial Times no qual se dava conta da "economia das aplicações" - a propósito da invenção do iPhone e das aplicações para este - e dos milhões de empregos gerados (por tal economia) e o mesmo se diga relativamente ao caso dos robots (com a economia norte-americana, nomeadamente, a alcançar uma forte redução do desemprego nos últimos tempos). Perspectivas, portanto, contrapostas sobre o mesmo tema. Do que não há dúvida, garante Sarsfield Cabral, é que nos últimos 6 anos os salários não subiram e aí não há um optimista de serviço para nos reconfortar da realidade indesmentível.
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sábado, 4 de outubro de 2014
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