Não se faz nada sem interesse pelo outro. O Watson (supercomputador médico) não substitui o toque de uma mão. (...) Se o doente souber que depois da má notícia não fica só, tudo o que acontecer depois se torna mais fácil.
Ricardo Rio-Tinto, médico e investigador na Fundação Champalimaud, entrevistado na revista do Expresso por Inês Meneses, p.105.