"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
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domingo, 30 de setembro de 2018
sábado, 21 de outubro de 2017
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Sobre o Inferno

Gianfranco
Ravasi recorda em Onde
estás senhor? que o Inferno não é um lugar, mas um estado. Longe de se
filiar em uma “moral complacente” (“o Bom Senhor”), para a qual os gestos
seriam, ao fim e ao cabo, sem consequências (ou mais ou menos todos iguais),
remete para o símbolo do fogo (em Deus), convocando escritores que viram nele,
no fogo do Inferno, não tanto a
incandescência, quanto o gelo da solidão, do abandono (de quem escolheu o não). E termina, em uma citação que Ordine também escolhera, com as cidades
invisíveis de Italo Calvino.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Inferno e a tarefa de uma vida

Não
li (ainda) As cidades invisíveis, de Italo Calvino. Mas fixei, do breve
excerto escolhido por Nuccio Ordine,
em A utilidade do inútil (versão
castelhana), a bela exortação de um personagem daquele enredo a considerarmos o
inferno no aquém, realidade já
manifesta, mas a nele sabermos distinguir o que e quem no inferno, não são inferno. E a esses
dar-lhes espaço e fazê-los durar. Tarefa de uma vida, de facto.
Também
há quem aceite o inferno e acabe por se (con)fundir com ele, deixando de ver
que ele existe, adverte o sábio personagem.
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