Essencialmente, de acordo com a análise de Paulo Rangel, hoje, no Público:
"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
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terça-feira, 16 de maio de 2017
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Livros e questionamentos
Uma terceira objecção. Se o conservadorismo,
como ideologia, se define pela negativa – não apresenta uma doutrina, um
programa, uma utopia -, como compreender a afirmação, no capítulo final da
obra (Conservadorismo, de João Pereira Coutinho), de que o partido conservador
(britânico), desde as origens, defendeu o estado
mínimo? Argumentar-se-á que partido
conservador e conservadorismo não
têm de ser uma e a mesma coisa. Todavia, a claríssima apologia, pelo autor,
desse back to basics, entendido como
“conteúdo” que respeita melhor o pensamento de Burke e a verdadeira genética conservadora
não estará, afinal, a definir, pela positiva o conservadorismo? De resto, um capítulo inteiro em defesa do governo
Thatcher e de ideólogos como Hayek não permitirão conceber um corpus de ideias conservadoras (mas liberais)?
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