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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Sob o manto da indiferença (V)


No livro de Miguel Oliveira da Silva, Eutanásia, Suicídio Ajudado, Barrigas de Aluguer (Caminho, 2017, p.161, nota de rodapé 1):

Houve, já, 4 casos de crianças, nascidas através de barrigas de aluguer, no Canadá, que tiveram de ser dadas para adopção, já que nem a grávida de substituição, nem o casal beneficiário as quiseram.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Sob o manto da indiferença (II)


Pode compreender-se que na PMA [procriação medicamente assistida] a disponibilidade de novas e velhas técnicas e as diferentes estruturas familiares levem ao alargamento do acesso de beneficiárias e ao recurso à gravidez de substituição em circunstâncias concretas (não a maioria dos casos entretanto ocorridos) - recurso este que a França laica, em nome da segurança e estabilidade das crianças perante incertezas suscitadas, voltou a rejeitar em Junho de 2017 pela voz do seu CCNE [avis du CCNE sur les demandes sociétales de recours à l'assistance médicale à la procréation (AMP). CCNE. Avis nº126, 15.06.2017, p.51]

Miguel Oliveira e Silva, Eutanásia, suicídio ajudado, barrigas de aluguer, Caminho, 2017, p.23

terça-feira, 17 de maio de 2016

Não


Se, como qualquer outro cidadão (que entendesse dever candidatar-se e merecesse o voto dos seus concidadãos), estivesse na Assembleia da República, não encontrando nenhum debate  (nacional alargado), garantias nem explicações bastantes (em matéria de regulamentação) sobre matérias que exigiriam um cuidado extremo, teria votado contra as alterações às leis relativas às chamadas "barrigas de aluguer" e da PMA. Os argumentos, agora compilados, de um grupo de jovens estudantes e trabalhadores do Porto, numa iniciativa que queria aplaudir, são mais do que ponderosos, substantivos e suficientes para me levarem a rejeitar as mudanças verificadas. Às vezes, é preciso dizer claramente NÃO.