"Ninguém escolhe o país em que nasce: mas decidir ficar é um acto de amor. E de vontade de reinventar novos futuros", Adriano Moreira, 'Da Utopia à fronteira da pobreza'
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Música concentracionária (III)
Alexander Kulisiewicz, "Cântico da morte dos judeus".
A partir da recolha e seleção de Francesco Lotoro (para "Música contra o esquecimento")
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Música concentracionária (II)
"Cadenza", Viktor Ullmann.
Um dos sobreviventes compositores diz no filme (ver post anterior) que a música era uma espécie de religião, nos campos, através da qual as pessoas expressavam, ainda, uma réstia de liberdade e reclamavam ser "mais do que um naco de carne". Numa altura em que querem reduzir o humano a uma "mera superfície biológica", como se não tivéssemos espírito, vale seguir esse testemunho e essa reivindicação.
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