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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Uma luta agónica pela fé


Os testemunhos recolhidos pelo The New York Times, a propósito das repercussões para a fé de crentes católicos (nos EUA) que, naturalmente, conheceram o relatório sobre a questão dos abusos sexuais, são muito impressivos porque contém, ainda, uma vivacidade, uma importância conferida à fé, uma autenticidade e diálogo interior, uma luta agónica com/pela fé que está aqui muito bem documentada - e que é o contrário da indiferença e da frieza, da rotina, que por cá tantas vezes se vê:

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Magnífica juventude



Esta é a geração mais audaz, mais fértil e mais faminta de viver a Angola que nos prometemos. As ideias que esse grupo tem vindo a nutrir constituem, com a sua apaixonada urgência, uma admirável afirmação de carácter. Se olharmos de perto, aí está a lição bem estudada deixada por aqueles heróis que baptizaram as ruas e avenidas do país da Welwitschia Mirabilis, bem como milhares de anónimos que amaram este país e perderam a vida para erguer uma Angola independente. São estes os herdeiros, estes, que o mundo conhece, como o grupo dos 15+2, e outros tantos angolanos anónimos, que em silêncio aguardavam que um verdadeiro movimento pró-democracia pacífico se materializasse finalmente.

Kalaf, Voltar amanhã de novo, crónica na Visão nº1182, 28-10 a 4-11-2015, p.52.