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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Geografia humana


Infografia, National Geographic, nº212, Edição portuguesa, Novembro 2018, Editorial e ss.

A Fundação Gates lançou a iniciativa Goalkeepers para acompanhar o progresso nos Objectivos da ONU quanto à redução da pobreza e da desigualdade para 2030, com o compromisso dos líderes mundiais em torno de 17 medidas diferentes.

Melinda Gates diz à National Geographic que "as notícias que confirmam que o mundo fez um progresso incrível ao aumentar dramaticamente o número de vidas salvas através da redução da pobreza não estão a ser divulgadas". Por outro lado, o relatório da Fundação Gates nota como, em todo o caso, estando a pobreza a ser reduzida em todos os locais não o está a ser de forma tão rápida em África.



Infografia National Geographic, Novembro 2018


Bill Gates prefere sublinhar os melhores exemplos de àreas em que, certos países, têm apresentado grandes melhorias e resultados encorajadores: "o Ruanda tem sido uma marca diferencial na qualidade dos serviços de saúde. A Etiópia é exemplar na agricultura: está a crescer mais de 5% por ano. Na Educação, o Vietname é o país de referência porque está muito à frente do que seria esperado dada a pobreza (...) [O Ruanda e a Etiópia] estão a assimilar o que aconteceu na agricultura da Ásia ou de que forma o Brasil diminuiu a espantosa taxa de nanismo [entre crianças desnutridas] de forma tão fenomenal num país enorme mas com muita pobreza.


Infografia National Geographic, Novembro 2018

O continente africano terá hoje cerca de mil milhões de pessoas, um sétimo dos sete mil milhões de habitantes na Terra. A população de África deverá duplicar até 2050. As regiões meridionais e do Leste de África suportaram o impacte da epidemia do VIH: 80% dos casos estão lá. Actualmente, mais de metade das crianças em África não se desenvolve completamente em termos físicos ou mentais devido à subnutrição, à dieta e às doenças que enfrenta.


Infografia National Geographic, Novembro 2018

domingo, 4 de março de 2018

Sobre o sector da Saúde, em Portugal


Lido no Expresso: há cerca de 30300 médicos, em Portugal. Hoje, existem mais 7800 médicos face ao último ano da legislatura anterior. E mais 3000 enfermeiros. A Ordem dos Médicos, e a Ordem dos Enfermeiros consideram que faltam alguns milhares de profissionais de medicina e enfermagem no SNS. Desde 2014, ano de saída da troika de Portugal, o sector da saúde acumulou uma dívida superior a mil e cem milhões de euros. Em diferentes partes do país, em hospitais e centros de saúde, há falta de pessoal, por vezes falha material necessário ao correcto funcionamento desta área tão sensível que é a Saúde, há material obsoleto, falta mais gente ser contratada. Baixou, muito significativamente, a percentagem de utentes que, desde 2015 até ao presente, não têm médico (de 10% para 4%, respectivamente, o que corresponde, ainda assim, a mais de 700 mil pessoas). Há mais cirurgias, mais consultas, mas há muitos adiamentos, em particular em oncologia.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Emigração (XIII)


A emigração significa um incremento no rendimento mensal (para o emigrante), segundo o estudo vindo de mencionar, nunca inferior a 1000€. Em Angola, o aumento médio é de 2259€. Neste estudo, verifica-se que quem partiu para Angola, Moçambique e Brasil auferia, em média, entre 1497€ e 1837€. Claro está que nalguns países o número de salários é 12, enquanto noutros é 14.